Translate

sexta-feira, 16 de janeiro de 2026

Votar é decidir o FUTURO (mesmo quando ainda não possas votar!)

  

ilustrações de stock, clip art, desenhos animados e ícones de votação mãos e urna eleitoral - votar   

 Presidenciais 2026 

A democracia constrói‑se todos os dias: 

com a participação de todos!

No âmbito do projeto Europa+/ e Clube Europeu, reforçamos esta ideia: 

democracia constrói‑se diariamente na escola, em casa, nas conversas, nas escolhas e nas atitudes.

Constrói‑se com os que votam e com os que ainda não podem votar, mas que aprendem, questionam, refletem e inspiram.

Os mais jovens têm um poder silencioso e decisivo: podem influenciar a família, podem ajudar a despertar consciências e lembrar que a cidadania começa muito antes dos 18 anos.

Cada gesto de consciência cívica - informar, debater, incentivar - é uma semente que fortalece o país que queremos: 

mais justo, mais atento, mais participativo!

No dia 18 de janeiro de 2026 inicia‑se a escolha do próximo Presidente da República, com a 1.ª volta das eleições presidenciais. Se for necessária, a 2.ª volta terá lugar a 8 de fevereiro.

Esta eleição define muito mais do que um nome: 

define o rumo democrático do país!

 E tu (caso votes ou ainda não votes) tens um papel essencial na forma como a tua comunidade pensa, decide e participa.

Porque é tão importante esta eleição?  

A eleição para o Presidente da República é um dos momentos mais significativos da vida democrática. Não escolhemos apenas uma pessoa: escolhemos como queremos que o Estado funcione, se relacione com os cidadãos e represente Portugal no mundo.

1.  O Presidente é o garante da Constituição

        É a figura que assegura que os direitos, liberdades e  garantias de todos são respeitados. É também quem vigia o funcionamento das instituições democráticas e intervém quando há riscos para a estabilidade do país.

2. Representa Portugal no mundo

O Presidente é o rosto do país nas relações internacionais, na diplomacia, nos acordos e nas grandes decisões globais. A sua postura e visão influenciam a forma como Portugal é visto e ouvido.

3.  Tem poderes decisivos em momentos críticos.

Pode:

  • dissolver a Assembleia da República.

  • vetar leis.

  • nomear o Primeiro‑Ministro.

  • declarar estados de emergência.

  • convocar referendos.

Estes poderes tornam a escolha presidencial especialmente relevante em períodos de incerteza ou mudança.

4.  É uma figura de unidade nacional

O Presidente não governa o dia a dia, mas simboliza o país como um todo. É uma voz que deve unir, moderar e representar todos os portugueses, independentemente das suas diferenças.

  5. A eleição é um exercício de cidadania ativa.

Votar é participar na construção do futuro coletivo. E mesmo quem ainda não pode votar tem um papel essencial:

  • informar‑se

  • debater

  • incentivar a participação

  • combater a desinformação

  • envolver a família e a comunidade

A democracia precisa de cidadãos atentos, críticos e participativos, dentro e fora da urna!

Esta eleição define quem vai representar Portugal, proteger a Constituição, garantir a estabilidade democrática e ser a voz do país nos próximos anos. É uma escolha que influencia todos: jovens, adultos e idosos e merece reflexão, diálogo e participação.


Quem tem idade para votar, tem a responsabilidade de participar. 

Quem ainda não tem, tem o poder de inspirar.

 

Branco, nulo, abstenção… ou decisão? 

A democracia oferece várias formas de participação, mas nem todas têm o mesmo efeito.  

Compreender esta diferença é essencial para quem vota… e também para quem ainda não pode votar, mas exerce cidadania ativa.

Voto em branco 
 
- Participas, mas não escolhes ninguém. 
É um gesto de presença e, muitas vezes, de protesto silencioso. 
Mostra que valorizas o ato democrático, mesmo sem identificar uma opção preferida.

Voto nulo

- Participas, mas o voto não conta. 

Pode resultar de erro no preenchimento ou de uma intenção deliberada de rejeitar todas as alternativas. 

É uma forma de expressão, mas não influencia o resultado final.

Abstenção

- Não participas. 

É a ausência total de voz no processo democrático. 

Quando te absténs, deixas que outros decidam por ti e o país avança sem a tua opinião.

Voto válido

- É o único que decide o resultado. 

É a forma mais direta e eficaz de influenciar o futuro do país. Cada voto válido pesa, conta e transforma. 

É a diferença entre assistir e participar, entre observar e decidir. 

 E agora, com um toque de humor…


  • No fim, a pergunta é simples:

    Queres apenas marcar presença… 

    ou  queres fazer a diferença? 

     

    No dia 18, quem pode votar leva a sua voz. Quem ainda não pode, leva a sua consciência cívica e o seu poder de influência.

    Todos contam. Todos fazem a diferença. A democracia precisa de ti - hoje e sempre!

     

    Como a democracia também se aprende pela memória:

    ficam os últimos rostos dos Presidentes da República.



    Marcelo Rebelo de Sousa

    20.º Presidente da República


    Foi eleito pela primeira vez nas eleições presidenciais de 2016, tomando posse a 9 de março de 2016. Desde então, exerce as funções de Presidente da República, destacando‑se pela proximidade aos cidadãos, característica que lhe valeu a designação frequentemente associada de “Presidente dos afetos”.

    Ao longo do seu mandato, tem privilegiado a presença junto das pessoas, a estabilidade institucional e a representação externa do país, reforçando a importância do diálogo e da ligação direta à sociedade.

    Continua atualmente em funções como Chefe de Estado.

     

    Aníbal Cavaco Silva

    19.º Presidente da República

    Foi eleito à primeira volta nas eleições presidenciais de 2006, através de uma candidatura pessoal e independente. Iniciou então o seu primeiro mandato como Chefe de Estado.

    Voltou a apresentar‑se às eleições de 2011 e foi novamente eleito à primeira volta, iniciando um segundo mandato que decorreu até 9 de março de 2016, data em que concluiu as suas funções presidenciais.

    Ao longo dos seus dois mandatos, desempenhou um papel central na representação do país e na garantia da estabilidade institucional.

     Jorge Sampaio

    18.º Presidente da República

    Foi eleito a 14 de janeiro de 1996, logo na 1.ª volta, e tomou posse como Presidente da República em 9 de março de 1996.

    Apresentou‑se novamente às eleições de 14 de janeiro de 2001 e voltou a ser eleito à 1.ª volta, iniciando um segundo mandato que decorreu até 2006.

    Ao longo dos seus dois mandatos, destacou‑se pela serenidade institucional, pela defesa dos direitos fundamentais e pelo compromisso com a estabilidade democrática.


    Mário Soares

    19.º Presidente da República

    Exerceu funções entre 9 de março de 1986 e 9 de março de 1996, tornando‑se uma das figuras mais marcantes da democracia portuguesa.

    Nas eleições de 26 de janeiro de 1986, obteve 25,43% na 1.ª volta. Seguiu para a 2.ª volta, onde foi eleito com 51,18% (3 010 756 votos), numa das disputas presidenciais mais intensas e debatidas da história democrática.

    Foi reeleito a 13 de janeiro de 1991, desta vez logo na 1.ª volta, com uma expressiva votação de 70,35% (3 459 521 votos).

     

     Ramalho Eanes
     
    16.º Presidente da República 
     

    Exerceu funções entre 14 de julho de 1976 e 9 de março de 1986, tornando‑se o primeiro Presidente eleito por sufrágio universal após o 25 de Abril.

    Num período marcado por fortes tensões políticas e sociais, procurou esbater divisões e reforçar a estabilidade democrática. Durante a campanha eleitoral, a 18 de junho de 1976, enfrentou confrontos violentos em Évora, episódio que evidenciou a polarização da época.

    Foi nesse contexto que afirmou querer ser “o Presidente de todos os portugueses”, expressão que se tornou um marco simbólico e que viria a ser retomada por vários dos seus sucessores.

     

    Os Presidentes da República de 1910 até 1976, podem ser consultados no gadget lateral “Os rostos da democracia”.  
    Um lembrete de que o futuro se constrói sempre com os olhos atentos ao passado.  
    (No smartphone, basta selecionar “versão web”).



Sem comentários:

Enviar um comentário

Agradecemos o comentário