Presidenciais 2026
A democracia constrói‑se todos os dias:
com a participação de todos!
No âmbito do projeto Europa+/ e Clube Europeu, reforçamos esta ideia:
A democracia constrói‑se diariamente - na escola, em casa, nas conversas, nas escolhas e nas atitudes.
Constrói‑se com os que votam e com os que ainda não podem votar, mas que aprendem, questionam, refletem e inspiram.
Os mais jovens têm um poder silencioso e decisivo: podem influenciar a família, podem ajudar a despertar consciências e lembrar que a cidadania começa muito antes dos 18 anos.
Cada gesto de consciência cívica - informar, debater, incentivar - é uma semente que fortalece o país que queremos:
mais justo, mais atento, mais participativo!
No dia 18 de janeiro de 2026 inicia‑se a escolha do próximo Presidente da República, com a 1.ª volta das eleições presidenciais. Se for necessária, a 2.ª volta terá lugar a 8 de fevereiro.
Esta eleição define muito mais do que um nome:
define o rumo democrático do país!
E tu (caso votes ou ainda não votes) tens um papel essencial na forma como a tua comunidade pensa, decide e participa.
Porque é tão importante esta eleição?
A eleição para o Presidente da República é um dos momentos mais significativos da vida democrática. Não escolhemos apenas uma pessoa: escolhemos como queremos que o Estado funcione, se relacione com os cidadãos e represente Portugal no mundo.
1. O Presidente é o garante da Constituição
É a figura que assegura que os direitos, liberdades e garantias de todos são respeitados. É também quem vigia o funcionamento das instituições democráticas e intervém quando há riscos para a estabilidade do país.
2. Representa Portugal no mundo
O Presidente é o rosto do país nas relações internacionais, na diplomacia, nos acordos e nas grandes decisões globais. A sua postura e visão influenciam a forma como Portugal é visto e ouvido.
3. Tem poderes decisivos em momentos críticos.
Pode:
dissolver a Assembleia da República.
vetar leis.
nomear o Primeiro‑Ministro.
declarar estados de emergência.
convocar referendos.
Estes poderes tornam a escolha presidencial especialmente relevante em períodos de incerteza ou mudança.
4. É uma figura de unidade nacional
O Presidente não governa o dia a dia, mas simboliza o país como um todo. É uma voz que deve unir, moderar e representar todos os portugueses, independentemente das suas diferenças.
Votar é participar na construção do futuro coletivo. E mesmo quem ainda não pode votar tem um papel essencial:
informar‑se
debater
incentivar a participação
combater a desinformação
envolver a família e a comunidade
A democracia precisa de cidadãos atentos, críticos e participativos, dentro e fora da urna!
Esta eleição define quem vai representar Portugal, proteger a Constituição, garantir a estabilidade democrática e ser a voz do país nos próximos anos. É uma escolha que influencia todos: jovens, adultos e idosos e merece reflexão, diálogo e participação.
Quem tem idade para votar, tem a responsabilidade de participar.
Quem ainda não tem, tem o poder de inspirar.
Branco, nulo, abstenção… ou decisão?
A democracia oferece várias formas de participação, mas nem todas têm o mesmo efeito.
Compreender esta diferença é essencial para quem vota… e também para quem ainda não pode votar, mas já exerce cidadania ativa.
Voto nulo
- Participas, mas o voto não conta.
Pode resultar de erro no preenchimento ou de uma intenção deliberada de rejeitar todas as alternativas.
É uma forma de expressão, mas não influencia o resultado final.
Abstenção
- Não participas.
É a ausência total de voz no processo democrático.
Quando te absténs, deixas que outros decidam por ti e o país avança sem a tua opinião.
Voto válido
- É o único que decide o resultado.
É a forma mais direta e eficaz de influenciar o futuro do país. Cada voto válido pesa, conta e transforma.
É a diferença entre assistir e participar, entre observar e decidir.
E agora, com um toque de humor…
No fim, a pergunta é simples:
Queres apenas marcar presença…
ou queres fazer a diferença?
No dia 18, quem pode votar leva a sua voz. Quem ainda não pode, leva a sua consciência cívica e o seu poder de influência.
Todos contam. Todos fazem a diferença. A democracia precisa de ti - hoje e sempre!
Como a democracia também se aprende pela memória:
ficam os últimos rostos dos Presidentes da República.
Marcelo Rebelo de Sousa
20.º Presidente da República
Foi eleito pela primeira vez nas eleições presidenciais de 2016, tomando posse a 9 de março de 2016. Desde então, exerce as funções de Presidente da República, destacando‑se pela proximidade aos cidadãos, característica que lhe valeu a designação frequentemente associada de “Presidente dos afetos”.
Ao longo do seu mandato, tem privilegiado a presença junto das pessoas, a estabilidade institucional e a representação externa do país, reforçando a importância do diálogo e da ligação direta à sociedade.
Continua atualmente em funções como Chefe de Estado.Aníbal Cavaco Silva
19.º Presidente da República
Foi eleito à primeira volta nas eleições presidenciais de 2006, através de uma candidatura pessoal e independente. Iniciou então o seu primeiro mandato como Chefe de Estado.
Voltou a apresentar‑se às eleições de 2011 e foi novamente eleito à primeira volta, iniciando um segundo mandato que decorreu até 9 de março de 2016, data em que concluiu as suas funções presidenciais.
Ao longo dos seus dois mandatos, desempenhou um papel central na representação do país e na garantia da estabilidade institucional.
Os Presidentes da República de 1910 até 1976, podem ser consultados no gadget lateral “Os rostos da democracia”.Um lembrete de que o futuro se constrói sempre com os olhos atentos ao passado.(No smartphone, basta selecionar “versão web”).







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